quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013


http://veja.abril.com.br/170210/cachaca-para-degustar-p-078.shtml
Guia

Cachaça para degustar

Ela começou a ser produzida há mais de 400 anos no Brasil. 
Mas só recentemente ganhou uma aura de refinamento.


Anna Paula Buchalla
Fotos Laílson Santos
Por definição, a cachaça é a aguardente de cana que possui teor alcoólico entre 38% e 48%. Ela pode ser classificada como branca – em geral, engarrafada logo depois de produzida – ou envelhecida, com cor, aroma e sabor alterados pelo armazenamento em barris de madeira por um ano, no mínimo. A envelhecida pode ou não ser misturada a uma medida de destilado recém-produzido. Quando isso não acontece, ela recebe a qualificação premium ou extra premium (se passa mais de três anos armazenada).
Há ainda a adoçada, com concentrações de açúcar superiores a 6 gramas por litro. Como existem mais de 4 000 marcas de cachaça produzidas de norte a sul do país, VEJA convidou seis especialistas para estabelecer um ranking das melhores, divididas entre brancas e envelhecidas. Cada jurado enviou uma lista com dez sugestões de sua preferência por categoria. Do cruzamento das listas, chegou-se às cinco melhores em cada uma delas. Todas foram degustadas e avaliadas com notas de zero a 10 no restaurante Mocotó, em São Paulo.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011


WHITE RUSSIAN

O DRINK


Seu preparo é simples. Em um copo, coloque:
  • 1 dose de vodca,
  • 3/4 de licor de café (Da Terra, por exemplo)
  • Misture com pedras de gelo no próprio copo ou bata em uma coqueteleira
  • Adicione um pouco de leite ou creme de leite

Licor de café

Vale a pena experimentar

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dia Nacional da cachaça


O Dia escolhido foi 13 de Setembro, por ser referência da simbologia que a cachaça representa no âmbito não só cultural brasileiro, mas referência de resistência e valor econômico. 
Segundo pesquisas históricas, em 1635, o Rei de Portugal proibiu, através da Ordem Régia, a produção e comercialização da cachaça, tanto no Brasil quanto nas outras colônias portuguesa, pois estava fazendo frente ao comercio da Bagaceira. Essa proibição gerou inúmeras revoltas, inclusive no Rio de Janeiro onde ocorreu a conhecida Revolta da Cachaça. Alguns anos depois, em 13 de Setembro de 1661, o Rei de Portugal, através também de Ordem Régia, libera a produção e comercialização da Cachaça. 
Para fugir do lugar comum na divulgação da proposta e aproveitando o clima de grande alegria e festa da ExpoCachaça, o IBRAC distribuiu Flâmulas aos expositores, para propagar e divulgar o Dia Nacional da Cachaça-13 de Setembro. A proposta está sendo levado também ao Congresso Nacional para que se torne lei.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

ALBUM VIRTUAL DE ROTULOS


O Álbum Virtual de Rótulos de Garrafas de Cachaça na Net

www.cnn.folderpark.net/
O primeiro espaço na Internet dedicado ao rótulo de cachaça. Em português. And English: the first Web site dedicated to the cachaça label.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Dia Nacional da cachaça


O Dia escolhido foi 13 de Setembro, por ser referência da simbologia que a cachaça representa no âmbito não só cultural brasileiro, mas referência de resistência e valor econômico. 
Segundo pesquisas históricas, em 1635, o Rei de Portugal proibiu, através da Ordem Régia, a produção e comercialização da cachaça, tanto no Brasil quanto nas outras colônias portuguesa, pois estava fazendo frente ao comercio da Bagaceira. Essa proibição gerou inúmeras revoltas, inclusive no Rio de Janeiro onde ocorreu a conhecida Revolta da Cachaça. Alguns anos depois, em 13 de Setembro de 1661, o Rei de Portugal, através também de Ordem Régia, libera a produção e comercialização da Cachaça. 
Para fugir do lugar comum na divulgação da proposta e aproveitando o clima de grande alegria e festa da ExpoCachaça, o IBRAC distribuiu Flâmulas aos expositores, para propagar e divulgar o Dia Nacional da Cachaça-13 de Setembro. A proposta está sendo levado também ao Congresso Nacional para que se torne lei.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

APIMENTANDO O DIA DOS NAMORADOS



Esta chegando o Dia dos Namorados e ainda dá tempo de  preparar uma deliciosa surpresa para ser saboreada a dois. Vale uma rápida pesquisa por bebidas chamadas afrodisíacas. E, por que não, literalmente apimentar a noite do casal?
A pimenta é um destes ingredientes segundo alguns especialistas e está presente entre os símbolos nessas datas mais românticas, tornando-se componente também de chocolates e de fragrância de perfumes.
História – Depois do sal, o condimento mais utilizado no mundo é a pimenta. Essa planta tem registros de uso há mais de 7 mil anos a.C. e hoje já são mais de 100 espécies catalogadas.
O responsável por sua popularização foi Cristovão Colombo, que em uma das suas viagens à América em 1493, procurava algo que pudesse substituir o condimento favorito da Europa naqueles tempos, a pimenta preta.
Em meados do século XVI foi levada pelos exploradores portugueses e espanhóis para África e Ásia. Seu cultivo tornou-se mundial, sendo imediatamente incorporada à culinária de lugares como Filipinas, Índia, Coréia, China e Japão. Após um século, as pimentas vermelhas haviam se espalhado por todos os continentes.
No Brasil, sabe-se que a pimenta era cultivada pelos índios e servia como acompanhamento de farinha e peixe, um hábito que dura até hoje. Atualmente, a pimenta marca presença na culinária de diversos países, mas sua associação mais famosa é feita com a cozinha mexicana.
Alguns antropólogos defendem a tese de que o homem iniciou seu consumo devido às propriedades antibacterianas. Uma vez observando que os maiores consumidores de pimenta vivem na faixa equatoriana terrestre, onde os micróbios e bactérias reproduzem-se com muita facilidade, causando uma série de doenças intestinais.
Conheça os tipos mais comuns de pimenta:
As pimentas preta, verde e branca são feitas a partir de uma única espécie, a “Piper nigrum”. Das sementes, faz-se a pimenta branca. Quando a baga está verde, faz-se a pimenta verde. Já a pimenta preta, um dos condimentos mais usados em todo o mundo, é feita da baga inteira e madura.
Existem também as pimentas vermelhas, como as espécies jalapeño, dedo-de-moça, malagueta, caiena, bode, páprica e até mesmo o pimentão. O ardor depende da concentração da substância capsaicina, presente no interior da baga. Retirando-a é possível obter uma pimenta menos ardida.